Confira dois textos de Fescina, publicados em "A Voz do Litoral", e confira um pouco mais sobre a carreira do ex-jogador.
Uma trajetória de títulos e vitórias
É com muito prazer que me faço apresentar para fazer parte desta Coluna Esportiva. Sou o José Carlos “Fescina”, ex-jogador de futebol do S.E. Palmeiras, Sport Clube Recife, E.C., Cruzeiro, Bangu A.C., Botafogo de Ribeirão Preto, Nacional A.C. Tive a felicidade de jogar na era “Pelé” (como adversário). Joguei na Sociedade Esportiva Palmeiras onde fui campeão em todas as categorias com Waldir, Djalma Santos, Dudu e Ademir da Guia. Fui também bicampeão mineiro com Raul, Piazza, Dirceu Lopes e Tostão. No Bangu fiz história com o presidente Castor de Andrade e com atletas como Ubirajara, Ari Clemente, Júnior, Cabralzinho e Parada. Após dez anos como jogador comecei minha carreira de técnico de futebol, formado e sindicalizado pelo Sindicato de Treinadores do Estado de São Paulo, pela Federação Paulista de Futebol, Confederação Brasileira de Futebol e Fifa. Dirigi trinta e duas equipes até o dia de hoje. Obtive diversos títulos, no Sport Clube Corinthians Paulista, Santo André, CSA, Matsubara, Uberaba Esporte Clube e demais equipes do país. Trabalhei no exterior, em clubes do Japão, Bolívia, Bélgica e fiz cursos importantes na Espanha e México. Me considero um vencedor e quero assim continuar na minha trajetória esportiva, com a ajuda de meu Deus e Senhor. A vocês desportistas, até a próxima coluna. Um abraço do amigo Fescina!
Bom dia torcedor (sofredor) amigo
Para quem enxerga futebol e esporte no geral, esta coluna torna-se pequena. As aberrações são muitas e os acertos, raros. Equipes milionárias com grandes astros deram vexame pelo mundo afora. Não adianta ter grandes astros e não saber montar a equipe. É preciso ter padrão de jogo, mudar sistemas, ter variações e um elenco com peças de reposição. Valência campeão na Espanha, na frente do Real e Barcelona. Na Inglaterra, Arsenal campeão, Chelsea fora e Leeds rebaixado para a segunda divisão. Werder Bremen campeão alemão, e o Bayern de Munique dançou. Felizmente, Parreira acertou sem querer, pois não contou com alguns atletas que estavam machucados e percebeu que a formação e a equipe até aqui estavam erradas. No Brasileiro, como disse antes, que ser formada por competência e não por amizade. Não é possível um goleiro de Seleção Brasileira, campeão mundial, como Marcos, não saber jogar ou sair com os pés, a culpa não é dele e sim dos preparadores de goleiros que, até agora não perceberam que não é somente os treinos com bola que vai resolver, e sim, uma palavra, uma conversa, uma orientação. Psicologia técnica. Infelizmente existem comissões técnicas que os auxiliares não sabem enxergar e muito menos se expressar para terem uma conversa com o chefe (o técnico) no sentido de ajudá-lo. A comissão é formada no sentido de beneficiar a todos (clubes, atletas, técnico e todos que fazem parte do departamento de futebol.
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