Media:

Below a articles written by Fescina for the Paper “A Voz do Litoral”, see them and know a little more about the ex-player.

A Carrier of Titles and Victories:

It is with a lot of pleasure that I present myself to this Sport Column. I am José Carlos “Fesina”, ex football player of .E. Palmeiras, Sport Clube Recife, E.C., Cruzeiro, Bangu A.C., Botafogo de Ribeirão Preto, Nacional A.C.

I had the happiness of playing in the age of Pelé (as an adversary). I played in Palmeiras where I were Champion in every Category with Waldir, Djalma Santos, Dudu e Ademir da Guia.

I also were 2 times Estate Champion Os Minas Gerais with Raul, Piazza, Dirceu Lopes e Tostão. In Bangu I made history long side the president Castor de Andrade with athletes like: Ubirajara, Ari Clemente, Júnior, Cabralzinho e Parada.

After 10 years as a Player I started my carrier of Football Coach or Trainer, graduated by the syndicate of Trainers of the Estate of São Paulo, by the São Paulo Football Federation (F.P.F.), Brazilian Football Confederation (C.B.F.) and Football International Federation Association (F.I.F.A.).

I directed more than 40 clubs to this day, with many titles. In Clubs like: Sport Club Corinthians Paulista (the 2º Biggest Brazilian team), André, CSA, Matsubara, Uberaba Esporte Club and many others of Brazil.

 I worked internationally in clubs of Japan, Bolivia, Belgium and participated of important international courses in Spain and Mexico. I consider myself a Winner and I want to continue my sport trajectory, with the help of the lord our savior.  To you all fans of the sport, until next time. A big hug of your pal Fescina!

 

--------------------------------------------------------------------

Bellow a article of Milton Neves:

:: craques do passado
Na seção que fim levou você vai encontrar os craques do passado.

 

FESCINA

Três filhas (Cláudia, Cristina e Carla), José Carlos da Silva Fescina, o Fescina, ex-atacante do Palmeiras, Sport, Botafogo, Cruzeiro (Tostão foi reserva dele), Olaria e Nacional (SP), mora em São Paulo e trabalha atualmente como técnico.

Fescina já dirigiu 32 times, entre eles o Corinthians, em 1988. No mesmo ano, ele foi auxiliar técnico de Jair Pereira, no Timão, que conquistou o Paulistão, gol de Viola na final contra o Guarani.

Em 2003, ele acertou com o Central de Carauru (PE), terceiro colocado no Campeonato Pernambucano de 2003 e também terceiro lugar na Copa de Pernambuco. Depois dirigiu o Sergipe.

O ex-atacante trabalhou seis anos como treinador no exterior: Japão, Bolívia e Emirados Arabes e em novembro de 2004 assumiu o cargo de técnico titular do Nacional A.C. da capital paulista, um dos clubes fundadores da Federação Paulista de Futebol.

E começou bem, pois o time de juniores do Nacional, contando também com sua orientação, sagrou-se vice-campeão da Copa São Paulo de futebol junior em 2005. Imediatamente, nove dos jogadores juniores do Nacional que brilharam na Copinha foram promovidos para o time principal da agremiação da Rua Comendador Souza visando sua volta à primeira divisão de profissionais de São Paulo.

Mas em março de 2005 recebeu uma ótima proposta do GR Barueri, aceitou, e foi dirigir o time do município que tem a prefeitura mais rica do estado de São Paulo. "O Barueri tem uma estrutura de time grande e um ótimo projeto de futebol. Estava encontrando problemas no Nacional por algumas ingerências que vinham acontecendo e não admito interferência em meu trabalho", afirmou contundente o ex-atacante.

Após vencer o Ferroviário (CE) por 3 a 0, no estádio Palestra Itália, em jogo válido pela última rodada da Série C do Brasileirão, o Barueri alcançou a quarta colocação e conseguiu subir para a Segundona. Fescina já não era mais o treinador (era Marcelo Villar - ex-Palmeiras) mas com certeza seu nome faz parte dessa importante conquista.

Em dezembro de 2006, após ficar dois meses sem clube, ele acertou sua ida para a Sociedade Esportiva Palmeiras, para comandar o Palmeiras B, o Verdinho do Parque Antártica. Em 2007, o treinador assinou contrato com o Nacional da Comendador Souza.

Telefones para contato:
celular: (11)9733-0872
fixo:(13)3382-6410

 

Confira dois textos de Fescina, publicados em "A Voz do Litoral", e confira um pouco mais sobre a carreira do ex-jogador.

Uma trajetória de títulos e vitórias

É com muito prazer que me faço apresentar para fazer parte desta Coluna Esportiva. Sou o José Carlos �Fescina�, ex-jogador de futebol do S.E. Palmeiras, Sport Clube Recife, E.C., Cruzeiro, Bangu A.C., Botafogo de Ribeirão Preto, Nacional A.C. Tive a felicidade de jogar na era �Pelé� (como adversário). Joguei na Sociedade Esportiva Palmeiras onde fui campeão em todas as categorias com Waldir, Djalma Santos, Dudu e Ademir da Guia. Fui também bicampeão mineiro com Raul, Piazza, Dirceu Lopes e Tostão. No Bangu fiz história com o presidente Castor de Andrade e com atletas como Ubirajara, Ari Clemente, Júnior, Cabralzinho e Parada. Após dez anos como jogador comecei minha carreira de técnico de futebol, formado e sindicalizado pelo Sindicato de Treinadores do Estado de São Paulo, pela Federação Paulista de Futebol, Confederação Brasileira de Futebol e Fifa. Dirigi trinta e duas equipes até o dia de hoje. Obtive diversos títulos, no Sport Clube Corinthians Paulista, Santo André, CSA, Matsubara, Uberaba Esporte Clube e demais equipes do país. Trabalhei no exterior, em clubes do Japão, Bolívia, Bélgica e fiz cursos importantes na Espanha e México. Me considero um vencedor e quero assim continuar na minha trajetória esportiva, com a ajuda de meu Deus e Senhor. A vocês desportistas, até a próxima coluna. Um abraço do amigo Fescina!

Bom dia torcedor (sofredor) amigo

Para quem enxerga futebol e esporte no geral, esta coluna torna-se pequena. As aberrações são muitas e os acertos, raros. Equipes milionárias com grandes astros deram vexame pelo mundo afora. Não adianta ter grandes astros e não saber montar a equipe. É preciso ter padrão de jogo, mudar sistemas, ter variações e um elenco com peças de reposição. Valência campeão na Espanha, na frente do Real e Barcelona. Na Inglaterra, Arsenal campeão, Chelsea fora e Leeds rebaixado para a segunda divisão. Werder Bremen campeão alemão, e o Bayern de Munique dançou. Felizmente, Parreira acertou sem querer, pois não contou com alguns atletas que estavam machucados e percebeu que a formação e a equipe até aqui estavam erradas. No Brasileiro, como disse antes, que ser formada por competência e não por amizade. Não é possível um goleiro de Seleção Brasileira, campeão mundial, como Marcos, não saber jogar ou sair com os pés, a culpa não é dele e sim dos preparadores de goleiros que, até agora não perceberam que não é somente os treinos com bola que vai resolver, e sim, uma palavra, uma conversa, uma orientação. Psicologia técnica. Infelizmente existem comissões técnicas que os auxiliares não sabem enxergar e muito menos se expressar para terem uma conversa com o chefe (o técnico) no sentido de ajudá-lo. A comissão é formada no sentido de beneficiar a todos (clubes, atletas, técnico e todos que fazem parte do departamento de futebol.


 


Em pé: dois integrantes da comissão técnica, Juvenil, Mancuso, Gilberto, Wilson, Menotti, Wilson, Odair, Gilberto, Santo, Augusto, Rubinho e Rubens Minelli. Agachados: Dirceu, Caravetti, Bentivegna, Cardoso, Fescina, Acurcio, Nivaldo, jogador não identificado, Japão, dois jogadores não identificados e o massagista Reis.