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FESCINA
Três filhas (Cláudia, Cristina e Carla), José Carlos da Silva Fescina, o
Fescina, ex-atacante do Palmeiras, Sport, Botafogo, Cruzeiro (Tostão foi
reserva dele), Olaria e Nacional (SP), mora em São Paulo e trabalha
atualmente como técnico.
Fescina já dirigiu 32 times, entre eles o Corinthians, em 1988. No mesmo
ano, ele foi auxiliar técnico de Jair Pereira, no Timão, que conquistou
o Paulistão, gol de Viola na final contra o Guarani.
Em 2003, ele acertou com o Central de Carauru (PE), terceiro colocado no
Campeonato Pernambucano de 2003 e também terceiro lugar na Copa de
Pernambuco. Depois dirigiu o Sergipe.
O ex-atacante trabalhou seis anos como treinador no exterior: Japão,
Bolívia e Emirados Arabes e em novembro de 2004 assumiu o cargo de
técnico titular do Nacional A.C. da capital paulista, um dos clubes
fundadores da Federação Paulista de Futebol.
E começou bem, pois o time de juniores do Nacional, contando também com
sua orientação, sagrou-se vice-campeão da Copa São Paulo de futebol
junior em 2005. Imediatamente, nove dos jogadores juniores do Nacional
que brilharam na Copinha foram promovidos para o time principal da
agremiação da Rua Comendador Souza visando sua volta à primeira divisão
de profissionais de São Paulo.
Mas em março de 2005 recebeu uma ótima proposta do GR Barueri, aceitou,
e foi dirigir o time do município que tem a prefeitura mais rica do
estado de São Paulo. "O Barueri tem uma estrutura de time grande e um
ótimo projeto de futebol. Estava encontrando problemas no Nacional por
algumas ingerências que vinham acontecendo e não admito interferência em
meu trabalho", afirmou contundente o ex-atacante.
Após vencer o Ferroviário (CE) por 3 a 0, no estádio Palestra Itália, em
jogo válido pela última rodada da Série C do Brasileirão, o Barueri
alcançou a quarta colocação e conseguiu subir para a Segundona. Fescina
já não era mais o treinador (era Marcelo Villar - ex-Palmeiras) mas com
certeza seu nome faz parte dessa importante conquista.
Em dezembro de 2006, após ficar dois meses sem clube, ele acertou sua
ida para a Sociedade Esportiva Palmeiras, para comandar o Palmeiras B, o
Verdinho do Parque Antártica. Em 2007, o treinador assinou contrato com
o Nacional da Comendador Souza.
Telefones para contato:
celular: (11)9733-0872
fixo:(13)3382-6410
Confira dois textos de Fescina, publicados em "A Voz do Litoral", e
confira um pouco mais sobre a carreira do ex-jogador.
Uma trajetória de títulos e vitórias
É com muito prazer que me faço apresentar para fazer parte desta Coluna
Esportiva. Sou o José Carlos �Fescina�, ex-jogador de futebol do S.E.
Palmeiras, Sport Clube Recife, E.C., Cruzeiro, Bangu A.C., Botafogo de
Ribeirão Preto, Nacional A.C. Tive a felicidade de jogar na era �Pelé�
(como adversário). Joguei na Sociedade Esportiva Palmeiras onde fui
campeão em todas as categorias com Waldir, Djalma Santos, Dudu e Ademir
da Guia. Fui também bicampeão mineiro com Raul, Piazza, Dirceu Lopes e
Tostão. No Bangu fiz história com o presidente Castor de Andrade e com
atletas como Ubirajara, Ari Clemente, Júnior, Cabralzinho e Parada. Após
dez anos como jogador comecei minha carreira de técnico de futebol,
formado e sindicalizado pelo Sindicato de Treinadores do Estado de São
Paulo, pela Federação Paulista de Futebol, Confederação Brasileira de
Futebol e Fifa. Dirigi trinta e duas equipes até o dia de hoje. Obtive
diversos títulos, no Sport Clube Corinthians Paulista, Santo André, CSA,
Matsubara, Uberaba Esporte Clube e demais equipes do país. Trabalhei no
exterior, em clubes do Japão, Bolívia, Bélgica e fiz cursos importantes
na Espanha e México. Me considero um vencedor e quero assim continuar na
minha trajetória esportiva, com a ajuda de meu Deus e Senhor. A vocês
desportistas, até a próxima coluna. Um abraço do amigo Fescina!
Bom dia torcedor (sofredor) amigo
Para quem enxerga futebol e esporte no geral, esta coluna torna-se
pequena. As aberrações são muitas e os acertos, raros. Equipes
milionárias com grandes astros deram vexame pelo mundo afora. Não
adianta ter grandes astros e não saber montar a equipe. É preciso ter
padrão de jogo, mudar sistemas, ter variações e um elenco com peças de
reposição. Valência campeão na Espanha, na frente do Real e Barcelona.
Na Inglaterra, Arsenal campeão, Chelsea fora e Leeds rebaixado para a
segunda divisão. Werder Bremen campeão alemão, e o Bayern de Munique
dançou. Felizmente, Parreira acertou sem querer, pois não contou com
alguns atletas que estavam machucados e percebeu que a formação e a
equipe até aqui estavam erradas. No Brasileiro, como disse antes, que
ser formada por competência e não por amizade. Não é possível um goleiro
de Seleção Brasileira, campeão mundial, como Marcos, não saber jogar ou
sair com os pés, a culpa não é dele e sim dos preparadores de goleiros
que, até agora não perceberam que não é somente os treinos com bola que
vai resolver, e sim, uma palavra, uma conversa, uma orientação.
Psicologia técnica. Infelizmente existem comissões técnicas que os
auxiliares não sabem enxergar e muito menos se expressar para terem uma
conversa com o chefe (o técnico) no sentido de ajudá-lo. A comissão é
formada no sentido de beneficiar a todos (clubes, atletas, técnico e
todos que fazem parte do departamento de futebol.


Em
pé: dois integrantes da comissão técnica, Juvenil, Mancuso, Gilberto,
Wilson, Menotti, Wilson, Odair, Gilberto, Santo, Augusto, Rubinho e
Rubens Minelli. Agachados: Dirceu, Caravetti, Bentivegna, Cardoso,
Fescina, Acurcio, Nivaldo, jogador não identificado, Japão, dois
jogadores não identificados e o massagista Reis.
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